A península de Tróia é um dos elementos fundamentais da paisagem do estuário do Sado e da baía de Setúbal, constituindo uma das entradas principais em toda a zona do Alentejo Litoral.

Trata-se de um local de contrates onde a modernidade do desenvolvimento turístico contrasta com uma ocupação romana com mais de 2000 anos, onde as suas ilhas e praias oceânicas de areias brancas contrastam com a lagoa interior da Caldeira de Tróia, um autêntico santuário para as aves, e onde não faltam as tradições religiosas, consagradas nas festas anuais dedicadas a Nº Srª de Tróia.

Ao tempo dos romanos, Tróia foi uma grande povoação, cujos ocupantes se dedicavam à apanha de frutos do mar, mariscos e outros produtos e sua preparação e expedição, constituindo o mais importante centro de salga de peixe de todo o Império Romano do ocidente.

Tróia romana

Os romanos no Sado